HOJE

Escrito por Ricardo Carlaccio às 13h16
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Mais um poema do grande Diogo. Além desse ele mandou outro, um poema chamado Noturno. Um texto fodidamente bom. Mas ele pediu que eu não desse trela pra ele, se o Diogo não tivesse pedido isso seria o poema que eu postaria por aqui. Mas o cara não quer e eu vou respeitar. Eu não mexeria no texto - como disse, achei do caralho. Mas a cria é do cara. E eu sei que refazer o texto e ser laborioso não é chatice, essa coisa toda tem é mais a ver com um puta tesão pelo que se faz.
O INEVITÁVEL
O murmúrio de um espírito sem rio, a flauta obstinada de um fantasma,
E o inevitável... Mil vozes contra um silêncio, a fúria em ter o coração de outro,
E o inevitável: um homem vagando pelos mesmos quarteirões com
Uma vontade enorme de matar – o primeiro ser humano que lhe cumprimentar.
Escrito por Ricardo Carlaccio às 20h46
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WARRIORS
Não sei o que aconteceu. Nem sequer tive neurônios suficientes pra pensar, mas ontem eu tomei um monte de porrada de algum anjo torto. Ele simplesmente não foi com a minha cara e eu deixei que me desse o primeiro golpe. Daí eu caí na lona e não consegui mais me levantar. De baixo eu fiquei olhando pra cara dele e o tal anjo, eu acho, era eu mesmo.Tentei escrever alguma coisa, ler alguma coisa. Dei um rolê pelos blogs e nada. Foi cruel, nem amorfinado eu me sentia. Pelo menos quando me sinto amorfinado fico tranquilo e não me importo com nada. Simplesmente fico indiferente. Agora a coisa tá melhor. Quando isso acontece eu lembro do filme Warriors. Eu lembro do finalzinho dele, quando a gang que dá nome ao filme saca que sobreviveu e o dia está quase amanhecendo.
Escrito por Ricardo Carlaccio às 12h52
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