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AMANHÃ



Escrito por Ricardo Carlaccio às 12h57
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DAQUI A POUCO

 



Escrito por Ricardo Carlaccio às 12h49
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Só pra fazer a cabeça da molecada cabeluda e mal humorada

 

Lembro nitidamente do impacto da primeira vez que eu escutei uma música do Black Sabbath. Foi numa fita perdida, numa gaveta lá de casa. Tinha um monte de música ruim na cassete, eu avançava e  retrocedia na captura de alguma coisa decente. Eis que eu encontro um trecho de Symptom of the Universe, eram só os primeiros acordes, o resto tava cortado. Aquilo me instigou, eu queria escutar mais, eu queria saber quem era aquela banda. Poucos meses depois eu descobri que era o Black Sabbath.

 Ia pra Galeria do rock, fuçava nas prateleiras, se não tinha toda grana pra levar um Sabbath, negociava. Eu era e sou fã dos caras, porra. Dava um jeito. Passava por baixo da catraca do ônibus e descolava o resto da grana fazendo um trampo na pequena oficina do meu pai, essa oficina existe até hoje num prédio ali em frente da Galeria. Depois de defender os trocados, eu levava orgulhosamente o disco pra casa. Despejava no prato do meu Sony, e me deleitava com aqueles acordes do mal. Aqueles acordes que o Tony Iommy teve as manha de inventar só pra fazer a cabeça da molecada cabeluda e mal humorada. Minha prateleira ia se enchendo com os vinis dos caras. No pedaço onde eu morava, Black Sabbath era comigo, a molecada ia gravar em casa. Tinham as moral de me acordar cedo. Chegavam com as cassetes na mão, e é claro que eu era complacente. Abria a porta mal humorado, deixando claro que estavam me incomodando. Tentava barganhar mais umas horas de sono, dizendo que gravava mais tarde, mas a meninada queria ver os vinis, queriam voltar pras suas casas com a trilha sonora feita.

Eles tinham suas preferências, só queriam gravar os discos do  Sabbath com o Dio e  com o Ozzy.  Eu sempre gostei de todos os discos. Mesmo os gravados com o Tony Martin, que fazia com que o Black Sabbath soasse parecido com Withesnake, mas eu também sempre fui fã do Withesnake, então nunca houve problemas.  Embora eu preferisse que  eles tivessem sido gravados com a voz do Ray Gillen.  A voz do Ray nas gravações das demos do Eternal Idol estão fudidaças, sua performance ao vivo idem. Os caras podiam, pelo menos,  ter oficializado o Eternal Idol com ele na frente ao invés de chamar o Tony Martin pra refazer a bagaça. Mas Sabbath é Sabbath, e até  o  play Seventh Star com o Glen Hugues cantando eu acho do caralho. E  olha que o timbre do homem, teoricamente, não tem muito a cara da banda. É um timbre que tá mais pro Soul, mas eu também sou fã de Soul, então continua tudo na boa.

No mais, é óbvio que os discos com o Ozzy e o Dio sempre serão os clássicos. Mas, talvez, o disco mais malvado seja o Born Again, que não foi gravado com nenhum dos dois nos vocais. Foi gravado com o Ian Gillan, e segundo o depoimento do próprio:  não queria cantar na banda e só assinou o contrato pra gravar o disco porque estava bêbado pra caralho. No dia seguinte, sem lembrar de muita coisa, é acordado com  um telefonema de Tony Iommi, o chamando pro primeiro ensaio.  Gillan não teve escolha,  foi lá e gravou esse disco que eu escutei até furar, porque esse sempre foi o mais malvado da banda.

 



Escrito por Ricardo Carlaccio às 03h52
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Hoje estréia

Efeito Urtigão
Texto e direção : Mário Bortolotto
Com Mário Bortolotto e Paulo de Tharso
Satyros 2 - Praça Roosevelt, 134
Todas as sextas do Mês de julho - Até dia 31/07
Ingressos : R$ 20




Amanhã - reestréia

Curta-Passagem
Texto e Direção : Mário Bortolotto
Com Francisco Eldo Mendes, Guta Ruiz, Carlos Carah, Daniela Dezan e Carla Trombini

Satyros 2 - Praça Roosevelt, 134
Todos os sábados do Mês de Julho
Ingressos : R$ 20

 

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Escrito por Ricardo Carlaccio às 19h38
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COYOTE 19

 

 

Mais uma Coyote.

 

Ela está recheada, entre outras coisas, com João Cabral de Melo Neto (entrevista) e  poemas inéditos de Ademir Assunção. O Mister Ademir foi o hombre que fez a orelha do meu novo livro de contos, o “Dois Minutos de Gasolina para Meia Noite”,  uma puta orelha por sinal. O Dois minutos de Gas... será lançado em breve.

 

Onde encontrar a revista:

(SEBO DO BAC)  www.sebodobac.com

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Ricardo Carlaccio às 12h22
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SACO DE RATOS BLUES

 

Mário Bortolotto (Vocal)

Fábio Brum (Guitarra)

Marcelo Watanabe (Guitarra)

Fábio Pagotto (Baixo)

Rick Vechione (Bateria)

 

E TEM MÚSICA DOS HOMI NO MY SPACE:

Aqui: http://www.myspace.com/sacoderatos

 

Blues, blues e mais blues, man!

Aí vai um trecho de:

Gilete

corta meu barato nas noites de ferro/ corta minha doze em tiras de metal/ bebe o sangue no pulso das meninas/ depois passeia chapada esperando o final/ Gilete/ na bolsa das putas/ Gilete/ nos olhos dos loucos/ Gilete/ nas línguas das virgens/ Gilete/ no sangue de poucos... 

(Letra de Mário Bortolotto)



Escrito por Ricardo Carlaccio às 17h31
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